Aspirina e sua descoberta

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Sendo um dos remédios mais conhecidos do mundo, você sabe sua origem? Vamos ver mais sobre a descoberta da aspirina!

O que é aspirina?

A aspirina é um medicamento anti-inflamatório não esteroide (AINE) que possui propriedades analgésicas, antipiréticas e antiplaquetárias. Por fim o nome químico da aspirina é ácido acetilsalicílico e ela deriva do ácido salicílico, que existe na casca do salgueiro.

Ela está disponível em diferentes formas, como comprimidos, cápsulas, pós e soluções. É importante usar a aspirina apenas conforme as recomendações do médico ou farmacêutico, pois o uso indevido ou excessivo da aspirina pode levar a efeitos colaterais, como irritação estomacal, sangramento e reações alérgicas.

Para que serve?

A aspirina é frequentemente usada para aliviar a dor, a febre e a inflamação associadas a uma variedade de condições, como dor de cabeça, dor nas costas, artrite e resfriados comuns.

Além disso, utiliza-se como medicamento preventivo para doenças cardiovasculares, como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral, devido às suas propriedades antiplaquetárias.

Formulação química

A fórmula química da aspirina é C9H8O4, que representa a sua composição molecular. Ela é formada pela acetilação do ácido salicílico, resultando em ácido acetilsalicílico.

A estrutura molecular da aspirina consiste em um anel aromático benzênico, com grupos hidroxila (-OH) e carboxila (-COOH) ligados ao anel. Logo depois à acetilação, o grupo hidroxila é substituído por um grupo acetila (-COCH3), formando o ácido acetilsalicílico. Em outras palavras a estrutura química da aspirina é fundamental para sua atividade farmacológica e é um exemplo de como pequenas modificações na estrutura molecular de uma substância podem levar a grandes mudanças em suas propriedades terapêuticas.

A descoberta da aspirina

A descoberta da aspirina é atribuída ao químico alemão Felix Hoffmann, que trabalhava na empresa farmacêutica Friedrich Bayer & Co. na cidade de Wuppertal, na Alemanha, no final do século XIX. Hoffmann procurava uma substância para aliviar a dor e a febre que fosse menos tóxica do que os medicamentos utilizados na época, como o ácido salicílico, conhecido por causar irritações estomacais e outros efeitos colaterais.

Em 1897, Hoffmann sintetizou o ácido acetilsalicílico, uma nova substância que apresentava propriedades anti-inflamatórias e analgésicas semelhantes ao ácido salicílico, mas com menor toxicidade. A descoberta foi feita a partir de uma técnica simples: Hoffmann combinou o ácido salicílico com o anidrido acético, um composto com propriedades químicas que permitiam a transformação do ácido salicílico em ácido acetilsalicílico.

Após sintetizar a nova substância, Hoffmann testou-a em si mesmo e em seu pai, que sofria de reumatismo. Os resultados foram positivos, e a substância foi patenteada pela Bayer em 10 de agosto de 1899, sob o nome de “Aspirin”. O nome é derivado da palavra alemã “Spirsäure”, que significa ácido espirítico, em referência ao ácido salicílico, e do sufixo “in”. Este, usado na época para designar medicamentos.

A aspirina rapidamente se tornou popular entre médicos e pacientes, pois apresentava uma eficácia superior e menor toxicidade do que outros medicamentos da época. A Bayer iniciou a produção em massa da aspirina em 1899, e o medicamento se tornou um dos produtos mais vendidos da empresa. Eventualmente, a aspirina se tornou um dos medicamentos mais conhecidos e utilizados em todo o mundo. Também, sendo usada para tratar uma variedade de condições, desde dores de cabeça até doenças cardiovasculares.

Revisão

A descoberta da aspirina foi um marco na história da medicina e da indústria farmacêutica, tendo um impacto significativo na saúde pública mundial. A partir da descoberta da aspirina, criou-se outros medicamentos baseados no ácido acetilsalicílico, ampliando ainda mais o leque de opções terapêuticas disponíveis.

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